"Un día —relata la hermana Benigna Consolata— coloqué una pequeña estatua del Niño Jesús junto a la hoja de papel en la que escribía. Un leve movimiento hizo que se cayera. La recogí del suelo sin demora y besé a Nuestro Señor, diciéndole: «Si no te hubieras caído, no habrías recibido este beso ». Él respondió: «Así es, Benigna, cuando cometes una falta involuntaria. No me ofendes, pero el acto de humildad y amor que realizas después es el beso que me das, y no lo habría recibido si no hubieras cometido esa imperfección ". (1)
¿Se puede imaginar un símbolo más conmovedor de la alegría que llevamos al Corazón de Jesús cuando, después de nuestras miserias diarias, nos volvemos a Él llenos de confianza?
Nuestras limitaciones —dice el P. Paul de Jaegher, SJ (2)— tienen como misión principal hacernos conocer de forma vivencial y palpar nuestra inmensa miseria y total impotencia. Cientos, miles de imitaciones no podrían darnos esa humildad sentida y vivida que solo la experiencia, repetida mil veces, de nuestra miseria puede brindarnos, con la gracia de Dios.
¡Benditas miserias que nos conceden tanta misericordia!
Referencias:
(1) Souer Begne Consolata Ferrere – Vie
(2) Padre Paul de Jaegher. SJ – Confianza – II vol. - w. IV.
Brandão, Ascânio. Breviario de la Confianza: Reflexiones para cada día del año. Imprenta “Ave-Maria”, 1936
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Um Beijo de Misericórdia e Amor
"Um dia – conta a Irmã Benigna Consolata – eu pus ao lado da folha de papel em que escrevia uma estatueta do Menino Jesus. Um pequeno movimento que fiz a derrubou. Levantei-a do chão, sem demora, e dei um beijo em Nosso Senhor, dizendo: “Se não tivesses caído, não terias este beijo”. Ele respondeu: “É assim, minha Benigna, quando cometes uma falta involuntária. Não me ofendes, mas o ato da humildade e de amor que fazes depois, é o beijo que me dás, e eu não o teria recebido se não tivesses cometido essa imperfeição". (1)
Pode-se imaginar um símbolo mais comovedor da alegria que causamos ao Coração de Jesus quando, depois de nossas misérias quotidianas, voltamo-nos para Ele, cheios de confiança?
Nossas faltas – diz o Pe. Paul de Jaegher, S. J. (2) – têm como missão principal fazer-nos conhecer experimentalmente e tocar com os dedos nossa imensa miséria e total impotência. Centenas, milhares de imitações não nos poderiam dar essa humildade sentida e vivida que, unicamente com a graça de Deus, a experiência, mil vezes repetida, de nossa miséria, pode dar-nos.
Abençoadas misérias que nos alcançam tanta misericórdia!
Referências:
(1) Souer Begne Consolata Ferrere – Vie
(2) Pe. Paul de Jaegher. S. J. – Confiance – II vol. – c. IV.
Brandão, Ascânio. Breviário da Confiança: Pensamentos para cada dia do ano. Oficinas Gráficas “Ave-Maria”, 1936

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